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Reino de Myrtha

Reino

Registrado em 12 de janeiro de 2026

Reino de Myrtha

Myrtha, O Berço de Musgo e Pedra.

Descrição

Myrtha, O Berço de Musgo e Pedra. Myrtha é um reino envolto em névoa, melancolia e reverência ao passado, forjado por uma resiliência inquebrável. Reconhecido como o lar do segundo povo mais antigo do mundo — antecedido apenas pelos primordiais Gigantes —, o reino carrega o peso e a sabedoria das eras. É um domínio de lealdade ferrenha, onde a astúcia dos Thieflings e a presença imponente dos Draconatos se unem sob a sombra de árvores ancestrais, mantendo vivas as antigas tradições. Geografia e Bioma: O clima em Myrtha é frio e perpetuamente úmido, criando uma atmosfera de mistério e isolamento. As Florestas Escuras: Bosques vastos de árvores colossais de troncos retorcidos, cujas copas são tão densas que apenas feixes dispersos de luz solar conseguem penetrar. A névoa rasteja pelo chão da floresta, escondendo criaturas antigas e segredos esquecidos. Campos de Musgo e Picos Afiados: As planícies do reino não são cobertas por grama, mas por tapetes espessos de musgo verde-esmeralda e cinza, que absorvem o som das marchas das tropas. Montanhas de pedra escura e pontiaguda rasgam o horizonte, servindo como fortalezas naturais contra invasores. Arquitetura e o Legado: A arquitetura reflete um estilo celta e de fortalezas irlandesas antigas. As cidades são formadas por torres circulares de pedra escura, grandes salões com lareiras colossais e muralhas adornadas com heras trepadeiras. O povo de Myrtha não apaga a história; eles constroem sobre ela. Muitas de suas fortalezas e castelos são erguidos ao redor, ou até mesmo aproveitando, as ruínas ciclópicas e misteriosas deixadas pelos Gigantes. Viver entre essas fundações titânicas é um lembrete constante de seu lugar como a segunda raça a herdar o mundo. Sociedade e Liderança: Em Myrtha, o sangue não dita seu caráter; a sua lealdade e suas ações sim. O convívio entre Draconatos e Thieflings é harmonioso e baseado no respeito mútuo pelas capacidades uns dos outros. Rei Emhir, O Justo (Thiefling): Diferente de muitos governantes que usam a coroa para benefício próprio, Emhir é a personificação do dever. Seus chifres carregam as marcas de velhas batalhas e sua postura transmite uma compaixão estoica. A lealdade do povo a Emhir é absoluta, não por medo, mas porque ele julga sem preconceitos e coloca a sobrevivência e o bem-estar de seu povo acima de tudo. General Dorian (Draconato): O braço armado e protetor das fronteiras enevoadas. Um guerreiro implacável e tático brilhante, Dorian coordena as patrulhas mistas que defendem o reino das abominações das florestas profundas. Sua lealdade a Emhir é inabalável, e ele lidera pelo exemplo nas linhas de frente. Crenças: A longevidade histórica do povo de Myrtha lhes concedeu uma compreensão profunda e madura sobre o ciclo da existência. Eles reconhecem que a centelha inicial de sua espécie foi moldada por @Vitta nos albores da criação, mas é a Thanatos que eles dedicam sua devoção diária e a arquitetura de seus grandes templos de pedra. Para este povo antigo e marcado pelo tempo, Thanatos não é um deus do desespero ou do assassinato, mas sim o provedor do fim misericordioso. Em um mundo repleto de conflitos e perigos naturais, a morte é vista como o grande descanso sagrado. Quando os guerreiros do @General Dorian tombam, ou quando o peso dos anos chega, os ritos funerários são cerimônias de profunda paz, celebrando a passagem da alma para o abraço acolhedor de Thanatos, onde o sofrimento finalmente cessa.