Reino de Edarim
Reino
Registrado em 12 de janeiro de 2026
Edarim, O Berço da Humanidade.
Descrição
Edarim, O Berço da Humanidade. Reconhecido historicamente como o Primeiro Reino a ser fundado, Edarim é o orgulhoso bastião da civilização humana. É uma terra de contrastes profundos: de um lado, a fé inabalável, os campos férteis e a cavalaria honrada; do outro, a podridão moral que se esconde nas sombras de suas grandiosas catedrais. É um reino que tenta se manter na luz, mesmo enquanto seu próprio governante apodrece sob o peso de uma maldição implacável. Geografia e Arquitetura: O Esplendor Britânico: O bioma de Edarim é o retrato da fartura. Planícies verdejantes se estendem até o horizonte, cortadas por pequenos bosques serenos e riachos de águas cristalinas. É uma terra onde a agricultura floresce e alimenta os vastos feudos humanos. A Capital e os Feudos: As construções misturam a robustez bélica dos castelos britânicos de pedra cinza com a grandiosidade divina dos templos de inspiração católica. Altas torres, vitrais imensos que contam a história da humanidade e grossas muralhas fortificadas cercam as cidades principais. O Porto Comercial de Edarim: A antítese de tudo o que o reino prega. Afastado da santidade da capital, o porto é o verdadeiro motor econômico e o esgoto moral do reino. Uma região pobre, violenta e caótica, dominada por tavernas barulhentas, bordéis, vielas escuras e mercados clandestinos. Ali, a guarda faz vista grossa para contrabandistas e piratas, desde que os impostos do comércio marítimo continuem enchendo os cofres da coroa. Crenças e Poder Militar O Culto à Criação: A fé em Edarim é absoluta. Como o Primeiro Reino, eles acreditam possuir a conexão mais pura com o divino. Seu povo louva a Deusa Vitta, reverenciando-a especificamente por ser a divindade que moldou a carne e soprou a centelha inicial, criando todos os seres vivos do mundo. Para a igreja de Edarim, a vida humana é a obra-prima de Vitta, e deve ser protegida a todo custo. A Ordem Vittoriana: O braço armado da igreja e da coroa. Semelhantes aos cavaleiros templários, a Ordem Vittoriana é composta por soldados devotas que marcham em pesadas armaduras de placas adornadas com tabardos longos e crucifixos forjados. Eles são monges-guerreiros temidos por sua disciplina inquebrável, patrulhando os feudos para caçar heresias e proteger os fiéis. Seus cânticos de guerra ecoam pelos campos verdes antes que suas lanças estilhacem as linhas inimigas. A Liderança: A Coroa Pesada e a Espada Imaculada Rei Tristan, O Amaldiçoado (Humano): Tristan é um monarca brilhante, um estrategista ímpar e profundamente amado por seu povo, mas carrega um fardo terrível. Uma maldição sombria e incurável aflige seu corpo, corroendo sua pele e enfraquecendo seus ossos dia após dia. Para poupar seu povo do horror de sua decadência física — e para não demonstrar fraqueza aos reinos inimigos —, Tristan esconde seu rosto por trás de uma máscara de prata inexpressiva e cobre seu corpo com longos mantos e luvas de seda. Apesar da dor constante e da morte iminente, sua mente continua afiada como uma navalha. Ele lidera as reuniões de conselho e dita os rumos da guerra com uma vontade férrea, provando que um rei não governa com o corpo, mas com a alma. General Lancelot, O Cavaleiro Branco (Humano): Se Tristan é o cérebro que resiste à escuridão, Lancelot é a luz ofuscante que cega os inimigos. Como líder supremo da Ordem Vittoriana e Comandante do exército, Lancelot é a personificação da honra humana. Vestido em uma armadura de placas prateadas que parece nunca se sujar de sangue, ele é o campeão idealizado de Vitta. Sua simples presença no campo de batalha inspira os fazendeiros e soldados a lutarem até o último suspiro. Há quem diga, porém, que tamanha perfeição pode esconder expectativas pesadas demais para qualquer homem mortal suportar.