Rato de Trakov (Tracovinus Norvegiccus)
Fauna
Registrado em 16 de janeiro de 2026
Regiões desérticas, vales rochosos, ruínas abandonadas e acampamentos construídos próximos a fontes de madeira, ossos e sucata.
Comportamento
Vive em gangues barulhentas, territoriais e desordeiras. Os integrantes cooperam em saques, emboscadas e construções improvisadas, comunicando-se por gemidos e guinchos agudos. São inteligentes, vingativos e costumam roubar qualquer objeto que considerem útil.
Reprodução
Reproduzem-se rapidamente, com ninhadas de quatro a oito filhotes. Os jovens aprendem desde cedo a procurar materiais, montar armadilhas e auxiliar na manutenção dos veículos da gangue.
Perigos
Individualmente são pouco ameaçadores, mas grupos numerosos utilizam cercos, armadilhas, armas rústicas e ataques rápidos. Suas bicicletas improvisadas permitem que roubem suprimentos e desapareçam antes que as vítimas consigam reagir.
Relação com Civilizações
São considerados pragas perigosas por caravanas e comunidades do deserto. Algumas gangues aceitam negociar sucata, alimentos ou passagem segura, embora sejam conhecidas por quebrar acordos quando encontram uma oportunidade melhor.
Usos Econômicos
Seus mecanismos simples podem ser reaproveitados por artesãos, e algumas cidades oferecem recompensas pela captura de líderes de gangues. Ratos domesticados são raramente empregados como batedores, catadores de sucata ou auxiliares em espaços estreitos.
Mitos Relacionados
Uma lenda afirma que o primeiro Rato de Trakov roubou uma centelha de uma antiga forja e a dividiu entre seus companheiros, concedendo à espécie inteligência para construir máquinas, mas também uma necessidade eterna de roubar e causar confusão.