Estrela-Carniça Gigante
Flora · Stapelia putrescens titanica
Registrado em 16 de janeiro de 2026
É uma planta rara das regiões desérticas de Trakov, onde cresce entre rochas, ruínas e locais usados para descarte de carcaças.
Comportamento
Permanece fechada durante a maior parte do ano. Após chuvas ou ao detectar matéria em decomposição próxima, abre sua enorme flor e libera um odor semelhante ao de carne apodrecida, atraindo moscas, besouros e outros animais necrófagos.
Reprodução
É polinizada principalmente por moscas e besouros atraídos pelo cheiro. Após a floração, produz grandes vagens repletas de sementes leves, espalhadas pelo vento ou presas ao corpo dos animais.
Perigos
Seu odor pode provocar náuseas, tontura e desorientação. A seiva causa irritação na pele, e permanecer próximo da flor por muito tempo pode causar envenenamento leve. A concentração de insetos e animais carniceiros também torna o local perigoso.
Relação com Civilizações
É evitada por viajantes, mas procurada por alquimistas e curandeiros. Algumas comunidades plantam exemplares longe das cidades para indicar locais de descarte de carcaças ou atrair insetos para longe das plantações. Ladrões e orcs costumam utilizá-la para mascarar odores, afastar viajantes ou proteger esconderijos. Apesar de valiosa para alquimistas, sua seiva irritante e o odor capaz de causar náuseas tornam a coleta perigosa.
Usos Econômicos
A seiva é utilizada na produção de repelentes, venenos leves e compostos que aceleram a decomposição. As pétalas secas podem servir como ingrediente para poções de resistência a odores, doenças e toxinas.
Mitos Relacionados
Diz-se que as primeiras Estrelas-Carniça nasceram onde o sangue de um gigante morto foi absorvido pelo deserto. Algumas tradições acreditam que uma floração fora de época anuncia uma morte importante nas proximidades.